Jornal de Azambuja
23 de fevereiro de 2012
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Na passada 6ª feira, a Coligação pelo Futuro da Nossa Terra em Azambuja, levou a efeito uma sessão de debate sobre Segurança. Foram convidados, o deputado Fernando Negrão da Comissão Parlamentar de Segurança, Fernando Pereira da ACISMA, Associação de Comércio local e Paulo Ferreira de Melo, em representação da Rádio Ribatejo.
“Os velhos” (sem desrespeito), não devem ser responsabilidade da GNR. Devem ser alvo da MAIOR atenção isso sim, dos familiares. Filhos, sobrinhos ou vizinhos, todos temos o dever de não deixar abandonados os mais velhos da sociedade. Portugal é em geral um país seguro, mas a evolução da crise poderá vir a trazer um outro tipo de preocupação e os Media deverão ter um papel relevanter para “não dar a sensação de que estamows num país violento”.
Quase que em resposta Paulo Ferreira de Melo, jornalista acrescentou que essa era a estratégia do Correio de Azambuja e Rádio Ribatejo afim de evitar o “alarme social”, no entanto também ” estamos dispostos a mediar os eventuais movimentos da sociedade para com as autoridades e o contrário!” “Achamos mais relevante a acção preventiva das autoridades do que a acção punitiva”, concluiu.
Já Fernando Pereira da ACISMA, lamentou a desertificação do centro histórico de Azambuja e espera que ” a requalificação urbana se possa traduzir numa vila com mais pessoas a viverem e a consumirem e mesmo em tempo de dificuldades, esperamos que isso aconteça muito rápidamente”. “Esperamos que a Reabilitação urbana, possa avançar rápidamente, porque a metade norte de Azambuja ( Rua Vitor Cordon) está a ficar deserta.
Na passada 6ª feira, a Coligação pelo Futuro da Nossa Terra em Azambuja, levou a efeito uma sessão de debate sobre Segurança. Foram convidados, o deputado Fernando Negrão da Comissão Parlamentar de Segurança, Fernando Pereira…
Nota do Director:
Na última edição do Correio de Azambuja, publicámos um artigo nas páginas centrias intitulado : ” O preço da Democracia”.
No referido artigo e por lapso, referimos que o deputado municipal José Manuel Pratas teria proposto que o valor das senhas de presença (em média 70€/sessão) revertessem a favor de instituições de solidariedade social. Ora este facto não é rigorosamente assim já que posteriormente o mesmo referiu, que esse valor reverteria sim “para os cofres municipais que enfrentam dificuldades”.
Neste contexto fica então esclarecido o erro no artigo e clarificada a posição da Coligação Pelo Futuro da Nossa Terra que não foi “à boleia” de Pratas, mas sim por iniciativa própria propôr (e ver chumbada ) a proposta de que 0s 2.000€ que custa cada assembleia extraordinária revertessem a favor da Casa Mãe e GDA- Grupo Desportivo de Azambuja.
Aos leitores em geral e aos visados em particular apresentamos as nossa desculpas, comprometendo-nos a publicar esta nota na próxima edição impressa do Correio de Azambuja.
veja comentários em www.correioazambuja.blogspot.com
Nota do Director: Na última edição do Correio de Azambuja, publicámos um artigo nas páginas centrias intitulado : ” O preço da Democracia”. No referido artigo e por lapso, referimos que o deputado municipal José Manuel…

27 Dezembro de 2011.
Pouco passava das 20:30 quando o presidente da assembleia Municipal de Azambuja, António Pratas Cardoso, leu uma comunicação da Junta de Freguesia de Azambuja em que esta denuncia e cancela o protocolo de competências em vigor, exigindo ao mesmo tempo que a câmara pague com urgência os mais de 30.000 euros que se encontram em atraso.
A declaração foi confirmada por António Amaral que em declaração ao Correio de Azambuja referiu que a denúncia tinha de ser feita ” porque em matérias como limpeza urbana e jardins, o trabalho a desenvolver pela junta é de extrema responsabilidade por se tratar de higiene urbana. Mais, todos sabemos que os tempos são de dificuldades mas, querer cortar com 40% da verba é demais. Cortem nas festas ou nas feiras mas na limpeza não.» E adianta: “Estou disponível para encontrar uma saída mas, nos termos actuais, a 1 de Janeiro a limpeza da Vila de Azambuja passará a ser feita pela câmara!”
Já Joaquim Ramos , presidente da edilidade pensa que se trata de algum “fogo de artifício” mas sempre vai avisando que os tempos são de contenção, quer os autarcas queiram ou não. Mesmo assim outroa dos presidentes de junta consideram que os cortes vão ser difíceis de gerir e consideram que a Freguedia de Azambuja “é uma caso àparte”
Esta assembleia foi ainda marcada pelo desmentido da presidência quanto à notícia posta a circular nalguns jornais e que apontavam para um despedimento de trabalhadores da câmara. Ramos desmentiu os 2 orgãos de comunicação dizendo que apenas referiu que serão extintos 5 postos de directores de serviço mas que os visados irão regressar aos seus postos de origem como o caso da câmara de lisboa ou mesmo de Azambuja de onde eram procedentes. Ou seja perdem o posto de direcção, mas não o posto de trabalho.
Finalmente, a Assembleia aprovou o orçamento para 2012 apenas com os votos favoráveis da maioria socilalista. Um orçamento que segundo a oposição “está empolado em vários milhões de euros do lado da receita, que não acreditam se venha a concretizar.” Finalmente também foi admitido pelo presidente que o Parque da Milhariça em Aveiras de Cima “muito dificilmente será concretizado nos próximos anos!”
(ver também : www.correioazambuja.blogspot.com
27 Dezembro de 2011. Pouco passava das 20:30 quando o presidente da assembleia Municipal de Azambuja, António Pratas Cardoso, leu uma comunicação da Junta de Freguesia de Azambuja em que esta denuncia e cancela o protocolo…